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A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Aniversário do 3º Batalhão de Infantaria, em 1918.

O Correio do Povo, no dia 21 de julho de 1918, domingo, noticiou:

Anniversario de um batalhão

Como noticiámos, o 3º batalhão de infantaria da Brigada Militar festejou, hontem, a passagem do 25º anniversario de sua organisação. Creado por acto de 15 de julho de 1893 do exmo. sr. presidente do Estado, foi elle organisado em 20 daquelle mez. Sua organisação obedeceu a circumstancias extraordinarias: estava o governo do Estado a braços com uma revolução que rebentara com idéas contra­rias ao regime dominante, quando foi determinada a sua organisação, de sorte que foi ella feita de modo especial: para constituil-o foi aproveitado um grupo de republicanos dedicados que se tinham reunido para defesa do governo legal e das instituições republicanas tão seriamente ameaçados pelas ordas revolucioná­rias que haviam invadido o Estado, vindo das Republicas visinhas. Esse grupo de cidadãos antes de constituir esta unidade militar já se havia batido denodadamente em varios encontros com os revolucionários e tão valentemente se portára que lhe valeu a distincção de formar uma unidade da força publica do Estado. Fez parte da heróica Divisão do Norte e a ella esteve unido até agosto de 1894, quan­do passou a operar conjunctamente com os demais corpos da Brigada.

*Mantida a grafia da época.

Fonte: Jornal Correio do Povo – Coluna “Há um século no Correio do Povo”

 

 

 

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Aniversário de criação do 3º Batalhão de Infantaria da Brigada Militar, em 1917 – II

O Correio do Povo, no dia 21 de julho de 1917, sábado, noticiava:

Anniversario de um batalhão – Como noticiamos, o 3º Batalhão de Infantaria, da Brigada Militar, festejou, hontem, a passagem do 24º anniversario de sua organização. Por esse motivo, o rancho foi melhorado às praças, sendo, também destribuidos doces ás mesmas.

Foram, também, postas em liberdade todas as praças que se achavam presas por crimes correccionaes.  Á tarde, o coronel Affonso Emilio Massot, commandante geral da Brigada, esteve no quartel do 3º batalhão cumprimentando o seu commando pela passagem da data. Á noite houve sessão de cinematographo, que foi muito concorrida.

Fonte: Correio do Povo – Coluna “Há um século no Correio do Povo”. *Mantida a grafia da época.

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO – Aniversário de criação do 3º Batalhão de Infantaria da Brigada Militar, em 1917 – I

A Federação, no dia 19 de julho de 1917, quinta-feira, noticiava:

Anniversario de um batalhão –  Passa amanhã, o anniversario da organização do 3º Batalhão da Brigada Militar.

Nesse quartel, que fica localizado á Praia de Bellas, haverá, entre outras festas, uma exhibição de fitas cinematographicas, constando o programma dos seguintes “films”: 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª partes – “Nas fronteiras Italo-Austriacas” (actualidade); 8ª parte “Coisas de Leoncio”; 9ª, 10ª e 11ª partes “A Russia na guerra” (actualidade) .

Fonte: A Federação, Anno XXXIV, Edição 168-A, de 19/07/1917, quinta-feira, pág. 6. *Mantida a grafia da época

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Canção Marcial em homenagem a Bento Gonçalves, em 1914.

A Federação, no dia 03 de julho de 1914, sexta-feira, noticiava:

BRIGADA MILITAR

Hymno Bento Gonçalves – Canção Marcial

Procurando desenvolver o mais possível a instrucção entre os corpos da Brigada Militar o seu commandante, nosso amigo coronel Cypriano da Costa Ferreira organizou, ha tempos, um concurso de tiro ao qual deu o nome do legendário Bento Gonçalves, conforme antecipamos.

Pouco depois começaram na linha do tiro d’aquella corporação, na Chacara das Bananeiras, as provas referentes ao mesmo e a victoria coube á 1ª companhia do 3º batalhão.

Conforme o regulamento este corpo receberá o busto do heroico farroupilha, que será collocado no alojamento d’aquella companhia.

O acto, que se revestirá de solemnidade, effectuar-seá no dia 20 do corrente, anniversario da organisação do citado corpo.

Por essa occasião será cantado o hymno que abaixo publicamos, letra do festejado poeta patrício Zeferino Brazil e musica do conhecido maestro, alferes Pedro Borges.

Hymno Bento Gonçalves

GRUPO

O Chefe Farropilha,
o genio, a luz da guerra,
assombro foi da terra,
do pampa e da coxilha.

I

No seu corcel fogoso,
quando Elle apparecia,
o inimigo temeroso
ao seu valor fugia.

O Chefe Farropilha,
etc.

II

A espada rutilava
ao sol da ingente luta,
e o bravo, que passava,
vencia a força bruta.

O Chefe Farropllha,
etc.

III

Foi Elle, dos sagrados
ás forças combatentes,
honrado, entre os honrados,
valente, entre os valentes

O Chefe Farropilha,
etc,

IV

Contrario ao mal, ao esbulho,
foi guapo entre os mais guapos,
da Patria foi orgulho
e gloria dos Farrapos.

O Chefe Farropilha,
etc.

V

A Patria agradecida
sobre Elle o amor espalma
— Vida, que lhe deu vida,
Alma, que lhe deu Alma.

 

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição 155, de 03/07/1914, sexta-feira, pág. 1. *Mantida a grafia da época.

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO – Revista aos Corpos da Brigada Militar e desfile, em 1914

A Federação, no dia 08 de maio de 1914, sexta-feira, noticiava:

Brigada Militar — Formatura em parada

Com um effectivo de 1035 homens, constituindo 3 Batalhões de Infantaria a 4 Companhias e 1 Regimento de Cavallaria a 4 Esquadrões, formou em parada para revista no Campo da Redempção, hontem, ás 14 ½ horas, em uniforme 4º, conforme fôra determinado em detalhe do serviço, a Brigada Militar do Estado.

A força formou em linha desenvolvida, a cavallaria em batalha, occupando toda a extensão que vae pela avenida Sant’Anna desde o Collegio Militar, onde se apoiou a direita occupada pelo 1º Batalhão de Infantaria, até as immediações do Instituto Technico Profissional, onde se achava a esquerda da cavallaria.

De armas descançadas, com o intervallo entre si de 30 passos, aguardavam os corpos a chegada do commandante geral para prestar-lhe a devida continência.

A’s 14 1/2 horas em ponto approximava-se da força o coronel Cypriano Ferreira e seu Estado-Maior e ao distar 50 metros do centro da linha, todos os Corpos, da direita para a esquerda, fizeram braço-arma e apresentar-arma.

Correspondendo á continência com a mão direita, assumiu o Coronel Cypriano o commando da tropa em parada, fazendo os Corpos em seguida braço arma.

Teve, então, inicio a revista.

O Estado-Maior collocou-se á direita de toda a linha e o commandante geral percorreu toda a força da direita para a esquerda, tocando a Banda de Musica de cada Corpo um dobrado quando esta antoridade se approximava 10 metros do flanco direito, sendo ali recebido pelo comandante, que o saudava e acompanhava do lado exterior até 10 metros além do flanco esquerdo, quando a musica deixava de tocar, regressando o commandante ao seu lugar, após nova saudação de espada.

De modo semelhante procederam todos os Corpos á passagem do commandante geral pela retaguarda.

Terminada a revista mandou o commandante geral descançar-arma, fazendo em seguida, por intermedio do assistente do pessoal e ajudante de ordens, chegar suas determinações aos comandantes de Corpos.

Teve lugar, então, o desfilamento, a infantaria por pelotões e cavallaria por quatro, seguindo toda a força pela rua da República, Campo da Redempção, Praças Independencia e Conde de Porto Alegre, ruas Duque de Caxias, General Canabarro, Andradas e Independencia até a Praça D. Sebastião.

Ao enfrentar ao Palacio do governo, achando-se em uma das janellas o dr. presidente do Estado, a tropa prestou-lhe as devidas continências marcadas na tabella.

Na praça D. Sebastião, determinou o commandante geral o deslocamento das forças, a seus quartéis, tendo a mesma autoridade recebido de cada Corpo que se retirava a continência regulamentar.

O asseio da tropa, quer quanto ao uniforme, quer quanto ao armamento ou arreiamento, nada deixou a desejar, e a firmeza com que se apresentou na parada e o garbo e desembaraço que demonstrou na marcha, effeito de um treinamento methodico e continuo, mereceram louvores.

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição 107, de 08/05/1914, sexta-feira, pág. 5. *Mantida a grafia da época

 

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – O Quartel de Infantaria da Brigada Militar, em 1911

Correio do Povo, no dia 26 de abril de 1911, noticiava:

Quarteis da Brigada

O major Israel Azambuja, funccionario da Secretaria das Obras Publicas e encarregado dos reparos no quartel do 3 batalhão da Brigada Militar, já os ultimou.

– Em meados de maio proximo, o 1 regimento de cavallaria dessa milicia transferir-se-a para aquelle quartel.
Os 2 e 3 batalhões passarão a occupar o grande edificio á praia de Bellas, cujas obras se acham quasi concluidas.

Quartel da BM Praia de Belas - Para o Blog 26 04 2017

Foto publicada junto à notícia do Jornal Correio do Povo

Para o Blog - 26 04 2017

Foto publicada no Álbum comemorativo dos 30 anos de Criação da Brigada Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Comemorações de 21 de Abril na Brigada Militar, em 1914 – I

A Federação, no dia 21 de abril de 1914, terça-feira, noticiava

Prelecções sobre 21 de Abril — Conforme publicámos, fazem prelecções, hoje, ás 9 horas, ás praças de seus respectivos corpos, o capitão Accacio de Almeida e o alferes João Pinto Guimarães, o 1º pertencente ao 3º batalhão da Brigada Militar e o ultimo ao 1º batalhão da mesma força.

Hontem, vespera da data a commemorar, fallaram no 2º batalhão o tenente Vicente Landell dos Santos e no 1º regimento o alferes Apparicio Gonçalves Borges.

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição nº 092, de 21/04/1914, terça-feira, página 5. *Mantida a grafia da época

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – A Instrução na Brigada Militar, em 1915.

A Federação, no dia 17 de abril de 1915, sábado, noticiava:

Exercícios na Brigada Militar

1º período de Instrução – 4ª parte

– Dia 16, 6ª feira –

INFANTARIA

Batalhão na semana de exercícios: 2º batalhão de infantaria.

Deixou do ir à Linha de Tiro, devido ao máo tempo, realisando-se unicamente os trabalhos do 2º tempo – instrucção theorica e moral, assim se fazendo no 3º tempo.

Batalhões na guarnição: 1º batalhão.

1º tempo – prejudicado pelo serviço de guarnição.

2º tempo – instrucção theorica e moral nas companhias.

3º tempo – exercício de signaleiros.

O commandante do corpo reuniu os officiaes para uma palestra militar, versando sobre “fortificação rápida”.

3º Batalhão – Montou a guarnição.
1º tempo – Movimentos livres de gymnastica.

CAVALLARIA

Escolta Presidencial – Tiro individual na Linha do Tiro.

METRALHADORAS

O grupo de metralhadoras realisou os seguintes trabalhos:

1º tempo – gymnastica com arma a um braço, manejo de fogo (clarins) e marcha de 30 minutos.

2º tempo – Theoria do tiro: justeza, rapidez, posições, grupamentos; noções de organisação do Exercito e da Brigada Estadual.

3º tempo – Manejo da peça, remuniciamento, evoluções de secção e marcha de 60 minutos.

Trabalhos diversos

No corrente mez estão indicados para prelecções medicas nos corpos e unidades especiaes o capitão medico dr. Silva Fróes; para exercicios de padioleiros no 1º batalhão o dr. Antenor Granja de Abreu, no 2° batalhão o dr. Antonio da Silva Fróes e no 3º batalhão o dr. Raymundo Bello Barbedo, todos medicos da força; para prelecções sobre hygiene odontologica o alferes dentista dr. Mario Carigé Gomes da Silva e para prelecções veterinarias no grupo de metralhadoras e escolta presidencial o alferes veterinário Francisco Monte.

Instrucção de metralhadoras e guia para trabalhos de campanha.

– Aos corpos da Brigada Militar e especialmente ao grupo de metradoras da mesma milícia serão brevemente distribuídos exemplares impressos da “Instrucção para o serviço das metralhadoras “Colt”.”

– Acha-se no prélo o “Guia para trabalhos de campanha”, que tambem brevemente será distribuído.

Fonte: Jornal A Federação, ano XXXII, edição 088, de 17/04/1915, sábado, página 1 – *mantida a grafia da época

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – A instrução na Brigada Militar, em 1914.

A Federação, no dia 28 de março de 1914, sábado, noticiava:

Exercicios na Brigada Militar

Dia 27 – Sexta-feira

No 1º Regimento de Cavallaria:

1º Tempo – Gymnastica da 8ª série, esgrima de espada, manejo de fogo e marcha de 3 kilometros, pelo Alferes Apparicio Borges.

2º Tempo – 1ª parte (instrucção teórica): qualidades características do cavalo de guerra; 2ª parte (instrucção moral): sacrifícios pelo amor á Patria, exemplificação, pelos officiaes dos esquadrões, sob a fiscalização do Major Francisco Rath.

3º Tempo – Esquadrão (serviço de vedettas e exploradores) e marcha de 6 kilometros, pelo Alferes Barbosa.

No 1º Batalhão de Infantaria:

6º dia da semana de exercício.

Pessoal no quartel:

1º Tempo – Gymnastica da 3ª serie (arma e um braço), manejo d’arma e de fogo, voltas e conversões a 3 escolas e marcha de 3 kilometros, pelo Tenente Elias Gomes e pelo Alferes Firmino Rodrigues e Odorico Mendes.

2º Tempo – 1ª parte (instrucção teórica): “mascaras” e “cobertos”, sua utilização; 2ª parte (instrucção moral): respeito á Bandeira, d’onde a obrigação de sua continência, pelos subalternos das companhias, com a presença dos Capitães e fiscalização do Major Amadeu Massot.

3º Tempo – Companhia (serviço de sentinelas dobradas na rêde de segurança, constituição de um pequeno posto). Dobramento e desdobramento por esquadras e marcha de 5 kilometros pelo Capitão Adolpho Guedes de F. Menezes, auxiliado pelo Tenente Elias Gomes e Alferes Casimiro e Odorico.

Pessoal da Linha de Tiro:

1º Tempo – Tiro individual de carabina a 150, 250, 350 e 500 mestros; tiro de revólver, para officiaes, a 25 e 50 metros.

2º Tempo – Avaliação de distancias e saltos com deslocamento.

3º Tempo – Construcção rápida de trincheiras – abrigo por camaradas de combate, melhoramento dos perfis para os atiradores de joelho, servindo para abrigo e espera; preparação para o tiro á noite. Assalto á bayoneta fora das trincheiras e reconstituição das unidades por esquadras.

O exercício deste Tempo foi quase exclusivamente dirigido pelos Cabos chefes de esquadras, a cuja iniciativa foi ele entregue.

Os trabalhos correram com a máxima regularidade, tendo o instructor ahi presente, Capitão Anatolio Baeckel, felicitado vivamente os officiaes comandantes das companhias.

No 2º Batalhão de Infantaria:

1º Tempo – Gymnastica da 1ª serie (movimentos do tronco e das pernas)e manejo d’arma ao pessoal de folga, pelos inferiores, sob a inspeção do oficial de dia.

2º Tempo – Não houve, por estar o corpo de guarnição.

3º Tempo – Idem.

Das 15 ás 17 horas, regularização de cadencia para as bandas de musica e de corneteiros, pelo Capitão Francisco Varella, Ajudante.

No 3º Batalhão de Infantaria:

1º Tempo – Não houve, por ter sahido o corpo de guarnição.

2º Tempo – 1ª Parte (instrucção teórica): vozes de comando no tiro collectivo por descargas, sua influencia sobre os resultados; 2ª Parte (instrucção moral): a Bandeira e a Patria, lances heroicos, pelos subalternos das companhias, com a assistência e sob a fiscalização do Major Leopoldo Ayres de Vasconcellos.

3º Tempo – Escola de signaleiros a 8 grupos, por 5 subalternos e 3 inferioires. Emprego de 1 e 2 bandeirolas.

Das 17 ás 19 horas – regularização de cadencia para as bandas de musica e de corneteiros, exercício dado pelo Capitão Ajudante, David do Amaral.

Na Escolta Presidencial:

1º Tempo – Gymnastica da 1ª serie e esgrima de lança.

2º Tempo – 1ª Parte (instrucção teórica): nomenclatura da lança; 2ª Parte (instrucção moral): deveres para com o Estado e os cidadãos.

3º Tempo – Escola de Esquadrão (evolução e carga) pelo comandante Lourenço Galant.

Na Força da Chefatura:

Instrucção moral: deveres para com os cidadãos.

Na Invernada do Gravatahy:

Força acantonada (recrutas)

Desde 26 (quinta-feira), á tarde, acha-se acantonada nos prédios do Estado, na Invernada do Gravatahy, um esquadrão e uma companhia composta do pessoal recruta do Deposito, sob o comando do Tenente Cicero Perfeito Ferreira, auxiliado pelos Alferes Innocencio e Vasques.

Os exercícios realizados até agora constaram de uma marcha de guerra, serviços de sentinelas dobradas, vedettas, patrulhas, postos á cossaca e pequenos postos.

Seguir-se-ão exercícios de combate na defensiva , na ofensiva, na construção de trincheiras, etc.

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição 073, de 28/03/1914, sábado, página 6. *Mantida a grafia da época.

 

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Brigada Militar realiza instrução de tiro coletivo, em 1914.

A Federação, no dia 27 de março de 1914, sexta-feira, noticiava:

Tiro collectivo do 1º período, na Brigada Militar

Os batalhões da Brigada que concorrerão ao tiro collectivo na proxima semana deverão entrar em prova na seguinte ordem:

2º batalhão — segunda-feira
1º batalhão — terça-feira
3º batalhão — quarta-feira.

A Escolta Presidencial fará um tiro collectivo de ensaio quinta ou sexta-feira.

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição 072, de 27/03/1914, sexta-feira, página 1. *Mantida a grafia da época