Posts

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Alferes da Brigada Militar é nomeado Subdelegado de Polícia, em Santana do Livramento, em 1917

A Federação, no dia 26 de junho de 1917, terça-feira, noticiava:

Sub-delegado de policia – Foi nomeado o Alferes João Orça Rolim, da Brigada Militar do Estado, para exercer o cargo de sub-delegado de policia do 6º distrito do município de Sant’Anna do Livramento, em substituição ao Tenente Manoel Luiz Valente, que foi exonerado hontem.

Fonte: A Federação, Anno XXXIV, Edição 147, de 26/06/1917, terça-feira, pág. 5. *Mantida a grafia da época.

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Construção do Quartel do 2º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar, em 1914

A Federação, no dia 19 de abril de 1914, domingo, noticiava

Construcção de um quartel – Conforme noticiamos, seguirá amanhã para Sant’Anna do Livramento, o dr. Theophilo Borges de Barros, 2º conductor da Secretaria das Obras Publicas e que vae inspecionar as obras do quartel em construcção, do 2º regimento de cavallaria da Brigada Militar.

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição  nº 091, de 19/04/1914, domingo, página 8

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Passagem do Comando-Geral da Brigada Militar – Coronel Cypriano para Tenente-Coronel Massot, em 1915

A Federação, no dia 31 de março de 1915, quarta-feira, noticiava:

Brigada Militar

Entrega do Comando

Varias informações

Segue hoje, pelo Ipanema, para o Rio de Janeiro, o nosso illustre amigo coronel dr. Cypriano da Costa Ferreira, que por longo espaço de tempo exerceu o cargo de commandante geral da Brigada Militar.    Segue s. exa. para a capital da Republica, a fim de assumir o cargo de chefe do serviço do Estado-Maior da 3ª divisão do Exercito.

O coronel Cypriano foi nomeado commandante geral da Brigada Militar a 15 de março de 1909, assumindo na mesma data o exercicio das funcções innerentes ao elevado cargo em que o colocava a confiança do patriotico governo do Estado, solidamente fundada nas experimentadas qualidades do distincto militar, evidenciadas atravez de uma vida cheia de serviços á causa publica.

Desde então começou o coronel Cypriano a pôr em pratica uma série de medidas, que se synthethisam n’um plano completo e maduramente concebido, ao qual se deve o magnífico estado em que se encontra a milícia estadual sob todos os pontos de vista.

Assim, propoz, obtendo immediata approvação, novos planos de uniformes e de arreiamento para officiaes e praças, sendo, em virtude dessa reforma, creado o uniforme de gala para officiaes e praças e adoptado elegante arreiamento para o serviço da cidade.

Creou o Conselho Administrativo da Brigada, extinguindo os dos corpos, com a grande vantagem de permittir ao Commando Geral não só o conhecimento perfeito do movimento administrativo de todos os elementos de que se compõe a milicia, mas também o emprego equitativo das economias em proveito de toda a força.

Por conta da Caixa da Brigada, construiu a Linha de Tiro, uma das melhores do Brazil, despendendo nesse serviço cerca de 70:000$000. A construcção foi iniciada em outubro de 1909 e terminada em novembro de 1910.

Na antiga Chacara das Bananeiras, em terrenos do Estado, onde se acha localisada a Linha, innumeros melhoramentos foram introduzidos, ahi vendo-se hoje o Picadeiro, construcção resistente e elegante, que veiu abrir nova phase de progresso à equitação no Rio Grande; o Deposito de Carruagens; o Paiol de Munição; o quartel dos recrutas; baias para grande numero de animaes; uma caixa d’agua donde se distribue agua encanada para os diversos edifícios; uma excelente estrada de rodagem, conduzindo  ao arroio Ferradura onde se fez uma represa e se acham as machinas precisas para sucção e elevação de agua que, canalisada, vae ter á caixa, quando a vertente que alimenta esta se torna insufficiente; extensas plantações de forragens e legumes, açudes e potreiros, divididos por cercas de moirões de pedra e arame farpado, que delimitam, assim, o terreno pertencente ao Estado; quatro casas occupadas por posteiros encarregados da vigilancia das cercas e dos animaes; outras casas ainda para os  officiaes  encarregados de auxiliar a instruccão, etc.

Levou a effeito o coronel Cypriano a conclusão do Quartel de Infantaria sito á Praia de Bellas, adaptando-o a dois corpos, e transformou em Quartel da Escolta Presidencial o edificio em que
funccionavam as officinas da Brigada, que foram transferidas para outro prédio, á rua Sete de Setembro, e cuja capacidade de produção foi melhorada.

Em consequencia dessas reformas, adaptou o Quartel de Infantaria do Crystal, localisado á margem esquerda do Guahyba, para o 1º Regimento de Cavallaria, então aquartelado em Gravatahy, onde se  achava mal alojado, estabelecendo nesse local um Posto de Veterinaria e uma boa officina de ferraria, especialmente para o fabrico de ferraduras, tudo sob a direcção de um alferes veterinário.  Remodelou a Invernada de Gravatahy, a fim de melhor corresponder ao seu objectivo.

Transformou a Enfermaria do Crystal, construiu o isolamento para moléstias infecto-contagiosas e realisou com as irmãs franciscanas o contracto para o serviço hospitalar.

Creou o logar de major chefe do serviço sanitario, adquiriu abundante e moderno material cirurgico, instituiu o Serviço de Padioleiros, importando da Europa e fazendo aqui construir numerosos modelos de padiolas para o serviço de guarnição e de campanha.

Adoptou perneiras para toda a tropa, substituiu o antigo equipamento e material de campanha muito deficiente, por outros de systema mais adiantado.

Substituiu a espadas dos officiaes por outras de formato mais elegante e mais leve, e as lanças antigas por modernas hastes de bambú.

Fez a acquisição de excellente material de sapa com que dotou a tropa de infantaria.

Modificando ainda uma vez o plano de uniformes com grande economia para os cofres do Estado, instituiu o uniforme de campanha, consequência das múltiplas manobras a que se entregou a força durante o seu comando.

Creou o Serviço de Signaleiros nos corpos, implantou a instrucção civica e moral, incrementou, o ensino litterario nas Escolas Regimentaes e da Brigada, encaminhou a officialidade na execução dos levantamentos topográficos expeditos.

Creou a Bibliotheca da Brigada, bem provida de escolhidas obras litterarias, scientificas e militares e inaugurou nos corpos as palestras militares semanaes.

Organisou a Banda de Musica da Brigada, creando o cargo de alferes inspector de todas as bandas.

Montou apparelhos completos de gymnastica em todos os quartéis e cinematographos nos da Praia de Bellas e do Crystal.

Passou para o Estado-Maior da Brigada o secretario, o ajudante de ordens e o adjunto do assistente do material.

Creou as secções dos serviços auxiliares, artífices, conductores, amanuenses e enfermeiros, e melhorou, uniformisando e simplificando, a escripturação dos corpos e repartições, augmentando assim o tempo disponível para os exercicios práticos e estudo correspondente.

Iniciou o provecto comandante geral da Brigada Militar as resoluções de themas tacticos, realizando grandes manobras em S. Leopoldo e proximidades de Canoas, nos Campos do Cortume, terrenos do Estado. Transformou estes em um excellente campo de manobras, ahi fazendo, as installações necessarias para o conforto e hygiene do pessoal e comunicações faceis e rapidas com a capital.

Em seu commando ainda creou e organizou-se o 2º Regimento de Cavallaria em Sant’Anna do Livramento, sendo de sua iniciativa a construção do confortável quartel onde está alojado esse corpo naquella cidade.

Jamais descurando do aperfeiçoamento tactico do pessoal e do aparelhamento necessário a maxima efficiencia da força, propoz a creação de um Grupo de Metralhadoras, o que se verificou
em 16 de novembro findo, e organizou-o em 6 de março do mez corrente, provendo-o de todo o
material o animaes necessários.

Desde os primordios do seu commando foi o coronel Cypriano efficazmente assistido por instructores vindos do exercito.

Systematisou os variados serviços administrativos, todo regulamentado.

Assim, deve-se-lhe a elaboração dos seguintes regulamentos: geral da brigada, do meio soldo, do Conselho Administrativo, do serviço interno e de guarnição, do serviço sanitário e de veterinária, penal, da Linha de Tiro, de continências, de exercícios de infantaria, de cavallaria, de metralhadoras, de gymnastica, esgrima de espada, lança e bayoneta, de signaleiros, do serviço de segurança, em marcha e em estação, de padioleiros, dos trabalhos de campanha, da ordenança de cometas e clarins.

O programma de instrucções, que mandou organizar pelos instructores, regulamentou, systhematizando todo o ensino militar pratico, individual e collectivo; e graças a esse programma, não existe hoje na Brigada Militar um só individuo que se não tivesse adestrado na instrucção do tiro e ainda uma só unidade que não houvesse executado divrrsas vezes o tiro collectivo.

Foi, finalmente, o coronel Cypriano Ferreira quem instuiu os prêmios individuaes e coIlectivos para os atiradores e unidades, creando ainda os distinctivos para aquelles.

Eis em traços rápidos, mas sobremodo eloquentes, o resultado da acção do coronel Cypriano durante o período relativamente curto de seis anos em que esteve à testa do comando geral da Brigada Militar do Estado.

Nada mais é preciso acrescentar a essa exposição simples das reforma porque passou a milícia estadual para aquilatar-se da extraordinária atividade da dedicação, da competencia do coronel Cypriano e de mais esse inestimável serviço que o digno militar prestou ao Rio Grande do Sul.

Passagem do comando

No quartel do Commando Geral effectuou-se hontem às 18 horas, a passagem do comando geral da Brigada Militar ao tenente-coronel Affonso Emilio Massot, mais antigo dos officiaes dessa graduação.

A’quella hora, estando presentes todos os officiaes da Brigada, em 2º uniforme e armados, chegava ao referido quartel o Coronel Cypriano.

Reunidos no salão nobre, o referido oficial, tomando a palavra, entregou o commando ao seu substituto, fazendo elogiosas referencias ao coronel Massot, como aos demais officiaes.

Em seu nome e em nome deste respondeu agradecendo o tenente-coronel Massot.

Em seguida, foram lidas pelo secretario, as seguintes ordens do dia:

Quartel do comando geral da Brigada Militar, em Porto Alegre, 30 de março de 1915.

ORDEM DO DIA Nº 30

Para conhecimento e devida execução, publico o seguinte:

ENTREGA DE COMMANDO

Tendo de retirar-me para o Rio de Janeiro, onde vou ocupar o cargo de chefe do serviço de Estado-maior no quartel da 3ª Divisão, passo nesta data o comando da Brigada Militar, na forma do regulamento, ao tenente-coronel Affonso Emilio Massot, comandante do 2º Batalhão.

Entregando hoje este comando que exerci por espaço de mais de 6 annos, lisongeia-me sobremodo o grau satisfactorio de instrucção e disciplina em que deixo a força militar do Rio Grande, que fica com seus múltiplos e variados serviços organizados e regulamentados.

Para esse resultado, que foi objecto de minha preocupação constante, muito contribuíram auxiliares dedicados que prestaram ao meu comando inestimável concurso, de conformidade com as atribuições e deveres impostos ás funções de cada um.

Assás desvanecido pelas demonstrações de affectuosa consideração á minha pessoa e referencia, não só ao estado actual da força, como á acção de meu comando por ocasião da visita de despedida que fiz aos corpos e repartições, envio a todos, chefes, officiaes e praças, um cordial abraço de despedida, fazendo votos pela felicidade e gloria da Brigada Militar.

(Assignado) Cypriano da Costa Ferreira, Coronel.

Quartel do Commando Geral da Brigada Militar, em Porto Alegre, 30 de março de 1915.

ORDEM DO DIA Nº 31

POSSE DE COMMANDO

Conforme fez público a Ordem do Dia nº 30, do sr. Coronel Dr. Cypriano da Costa Ferreira, deixa hoje este ilustre oficial do Exercito o comando da Brigada Militar do Estado, que é-me transmitido, em obediência ás prescrições do art. 9º, paragrapho único do regulamento em vigor.

Assumindo as elevadas funções deste posto, procurarei exercel-as distribuindo justiça e cumprindo fiel e lealmente as ordens emanadas do Exmo. Sr. Dr. Presidente do Estado.

(Assignado) Affonso Emilio Massot, Tenente-Coronel

Logo após a leitura das ordens do dia, tomou a palavra o capitão dr. Eurico de Oliveira Santos que, em nome dos officiaes do Estado-Maior, fez a entrega ao coronel Cypriano de um bronze representando “As conquistas do Homem”, acompanhado de um cartão de prata com os seguintes dizeres:

Ao eminente remodelador da Brigada Militar, coronel Cypriano da Costa Ferreira, lembrança dos officiaes que serviram no seu Estado-Maior. Março de 1915.”

Offerecendo um quadro com a fotografia da banda de música, falou o maestro, alferes Pedro Borges, que entregou também ao coronel Cypriano uma medalha de ouro, lembrança do pessoal da mesma banda.

Terminada a solenidade o coronel Cypriano retirou-se para sua residencia, sendo acompanhado pelo major Leopoldo Ayres de Vasconcelos.

Na parte externa do edifício achava-se postada a grande banda da Brigada Militar, que executou diversos trechos.

Outras notas

O tenente-coronel Affonso Emilio Massot poz á disposição do coronel Cypriano o seu ajudante de ordens, alferes Jorge Pellegrino Castiglione, que o acompanhou até o Rio Grande.

Por determinação do commandante-geral, a oficialidade da Brigada Militar, em uniforme 2º e armada, irá hoje ao Grande Hotel, de onde acompanhará o coronel Cypriano até o “Itapema”, a cujo bordo segue o ilustre militar.

Nas imediações do trapiche, formará, prestando as continências que tem direito aquelle oficial, o 1º Batalhão de Infantaria da Brigada Militar.

Fonte: Jornal A Federação, ano XXXII, edição 074, de 31/03/1915, quarta-feira, páginas 1 e 2 – *Mantida a grafia da época.

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Falecimento de oficial do 2º Regimento de Cavalalria da Brigada Militar, em 1914

A Federação, no dia 21 de março de 1914, sábado, noticiava:

Falecimento de official

Victimado por pertinaz moléstia, succumbiu, ante hontem, ás 23 horas, em sua residência, no Crystal, o tenente do 2º Regimento de Cavallaria da Brigada Militar, adido ao 1º Regimento, José Alves de Miranda Filho, dando-se o sepultamento do inditoso oficial hontem, ás 16 horas, no Cemiterio da Tristeza, tendo-lhe prestado as honras fúnebres a que tinha direito um Pelotão de Infantaria de 36 homens, sob o comando do tenente Landell dos Santos.

O tenente Miranda, que deixa viúva e oito filhos, fez toda a campanha de 93 a 95 e era muito considerado entre seus camaradas, tanto por suas qualidades de oficial brioso e compenetrado dos deveres da profissão como por suas virtudes de exemplar chefe de família.

 

Fonte: A Federação, Anno XXXI, Edição 067, de 31/03/1914, sábado, página 6 * Mantida a grafia da época

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Serviço de Saúde para o pessoal do 2º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar, em 1914.

A Federação, no dia 11 de março de 1914, quarta-feira, noticiava:

Contracto – Serviço de saúde

Tendo o dr. presidente do Estado auctorizado ao commandante geral da Brigada Militar contractar com a Santa Casa de Misericórdia de Santa Anna do Livramento o tratamento do pessoal do 2º regimento de cavallaria daquella força que adoecer, foi, por ordem do mesmo commando, lavrado e assinado em 19 de fevereiro proximo findo, pelo provedor daquella casa de saúde, com o commandante do referido regimento o termo de contracto para o alludido fim.

Fonte: Jornal A Federação, ano XXXI, edição 058, de 11/03/1914, quarta-feira,  página 4 – *mantida a grafia da época

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Grupo de Metralhadoras – nomeações para os cargos, em 1915

A Federação, no dia 09 de março de 1915, terça-feira, noticiava:

BRIGADA MILITAR

Promoções. Grupo de Metralhadoras

Ordem do dia do Commando Geral

Publicamos a seguir a ordem do dia n. 19, do comando geral da Brigada Militar do Estado:

Quartel do Commando Geral da Brigada Militar em Porto Alegre, 8 de março de 1915.

Ordem do dia n. 19

Para conhecimento e devida execução, publico o seguinte:

PROMOÇÕES

Por titulos de 6 do corrente foram promovidos a tenentes os alferes do 1º batalhão de infantaria Firmino Rodrigues Bueno e Felisbino Alves da Luz e do 1º regimento de cavalaria, Cassiano Vasques; a alferes o sargento quartel-mestre do 3º batalhão Manoel Octacilio de Freitas Ramos, 1º sargento instructor Honório José Telles, 1º sargento amanuense Orlando Guimarães, 2ºs sargentos amanuenses Arthur de Vilhena Oliveira e Isolino Ferreira de Castro, 2º sargento do 1º regimento Paulino Leite Sobrinho, 2º sargento conductor Timotheo Maciel dos Santos e 2º sargento instructor Eugenio Henrique Krum.

GRUPO DE METRALHADORAS

De accordo com o decreto n. 2.105, de 16 do novembro de 1914, publicado na ordem do dia do comando geral, n. 532, de 23 do mesmo mez, fica organizado o Grupo de Metralhadoras com o pessoal abaixo especificado:

Capitão comandante – o capitão do 1º batalhão de infantaria Augusto Januário Corrêa.

1ª secção

Commandante – alferes Honório José Telles.

2º sargento auxiliar, o cabo amannauense Remo Seggiaro, cabos chefes de peça, soldados do 1º regimento Leoncio Rodrigues Vasques e sem corpo designado Antonio Antunes.

2ª secção

Commandanle – alferes Orlando Guimarães.

2º sargento auxiliar, o 2º sargento do 3º batalhão Antônio Ferreira da Costa, cabos chefes de peça, soldados sem corpo designado Zacharias de Paula e soldado do 1º regimento Laurentino de Oliveira.

3ª secção
Commandante – alferes Timotheo Maciel dos Santos.

2º sargento auxiliar, 2º sargento amanuense Francisco de Paula Vieira da Costa, cabos chefes de peça, soldado sem corpo designado José Luiz Primeiro, e soldado do 1º regimento Alfredo Franklin de Oliveira.

4ª secção
Commandante – alferes Eugênio Henrique Brum

2o sargento auxiliar, cabo amanuense Antonio Fagundes Teixeira, cabos chefes de peça, o soldado do 1º regimento Oswaldo Rezende e cabo instructor Izidoro de Jesus.

5ª secção

Commandante – alferes Paulino Leite Sobrinho.

2º sargento auxiliar, o 2º sargento do 1º batalhSo Waldemar Gomes de Almada Leite, cabos chefes de peças, cabo do 1º batalhão Vasco Antonio de Souza e soldado do 3º Oscar da Silva Meira.

Sargento Ajudante – o 1º sargento amanauense Affonso Gonçalves Gomide.

Sargento quartel-mestre – o 1º sargento do 3º batalhão, Antonio Dias de Oliveira.

Amanauense – 2º sargento do 2º regimento, José Dias

Cabo artífice – soldado Cesario Stechs de Lima.

Clarins – soldados sem corpo designado: Francisco Campos do Nascimento, Januário Machado, João José dos Reis, Isidro Vieira Filho, João Alcides de Andrade, Prudencio Floriano, Florisbello Alves de Oliveira, Secundino Moreira, João Candido Maria, Dorvalino Manoel Soares, José Emilio de Oliveira.

Serventes – soldados sem corpo designado: Manoel Ferreira, Perpilino Antunes, Emilio Cardoso, João Gomes da Silva, Emiliano Rosa, Fidencio José Machado, Ataliba Antunes, Aleixo José Ferreira, João Lucio da Silva, Manoel dos Santos Segundo, Joaquim Rodrigues do Amaral. Do 1º batalhão de infantaria: José Pedro de Souza, Juvenal de Souza Oliveira. Do 2º batalhão de infantaria: José Moraes da Fonseca, Antenor Pinto de Britto.

O capitão commandante indicará, do accôrdo com a ordem do dia n. 532, de 23 de novembro de 1914, as praças que deverão, preencher os logares de graduação vagos, e receberá do Diretor da Linha de Tiro e Deposito de Recrutas todas as metralhadoras e pertences, bem como todo o material ali existente, destinado ao Grupo.

Adjuncto do assistente do material

Continuará no exercicio desse cargo o capitão Augusto Januário Corrêa, até ser designado o oficial que deverá substituil-o.

CLASSIFICAÇÕES
Do tenente Cassiano Vasques no 2º regimento de cavallaria, do tenente Fírmino Rodrigues Bueno e alferes Isolino Ferreira de Castro no 1º batalhão de infantaria e do tenente Felisbino Alves da Luz e alferes Manoel Octacilio de Freitas Ramos e Arthur de Vilhena Oliveira no 3° batalhão de infantaria.

PROMOÇÕES
Promovo, nesta data, a 1º sargento amanauense o segundo dito Theodoro Nunes Pontes, que deve continuar servindo nas officinas, a 2ºs sargentos amanuenses o furriel do 3º batalhão Manoel Fernandes Barbosa e cabos amanaunenses José Fialho da Motta, José Maria Eggres, a segundos sargentos conductores os cabos do 1º regimento Horacio de Souza Leal e Roberto Pereira Porto.

TRANSFERENCIAS

Do alferes Diogenes Braziliense Pinheiro do 3o batalhão de infantaria para o 1º regimento de cavallaria, e do 2º sargento conductor Roberto Pereira Forte e 2º sargento amanuense Manuel Fernandes Barbosa para o 3º batalhão de infantaria.

(Assignado) Cypriano da Costa Ferreira, coronel.

Fonte: Jornal A Federação, ano XXXII, edição 055, de 09/03/1915, terça-feira, página 2 – *mantida a grafia da época

 

 

Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Tiro coletivo no 2º Regimento de Cavallaria da Brigada Militar, em 1914.

A Federação, no dia 06 de março de 1914, noticiava:

Tiro collectivo da Brigada

Sabemos que o 2º Regimento de Cavallaria da Brigada Militar, aquartelado em Sant’Anna do Livramento, concorrerá este anno ao tiro collectivo dos corpos dessa força, para o que com toda a actividade se prepara na linha de tiro recém construída por aquelle regimento.

É provável que o chefe dos instructores vá assistir á prova deste torneio para verificar o resultado obtido.

Fonte: Jornal A Federação, ano XXXI, edição 054, de 06/03/1914, página 5 – *mantida a grafia da época

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Reforma no Serviço Policial do Estado do Rio Grande do Sul – em 1913.

O Correio do Povo no dia 16 de fevereiro de 1913, domingo, noticiava:

DIVERSAS
Força estadual – Como se sabe, o governo do Estado acaba de começar a reforma do serviço policial. Por essa reforma, cada municipio terá 50 praças, sendo auxiliado na manutenção de tal serviço, pelo governo do Estado, que poderá, em caso de necessidade, mobilisar essas forças.
Por outro lado, foi creado mais um corpo da Brigada Militar*. Segundo ouvimos dizer, o governo pretende, com essas medidas, poder dispor, em qualquer emergencia, de cerca de 7.000 homens em armas, sendo 2.000 da Brigada Militar e 5.000 das forças policiais dos 69 municípios em que se divide o Estado. Realisado este plano, o Rio Grande do Sul ficará equiparado ao Estado de S. Paulo, em matéria de força publica.

Fonte: Jornal Correio do Povo – Coluna “Há um século no Correio do Povo” – Mantida a grafia da época.

*Em 04 de fevereiro de 1913, com a edição do Decreto nº 1.931, foi o criado o 2º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar. (Esboço Histórico da Brigada Miliar, vol I, Capítulo XIII, pag. 433)

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Inauguração do quartel do 2º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar.

A imagem destacada nas postagens relativas ao mês de fevereiro é da parte frontal do Quartel do 2º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar, hoje 2º Regimento de Polícia Montada (2º RPMon), inaugurado em 15 de outubro de 1921.

A seguir, reproduzimos os registros referentes à inauguração do prédio:

INAUGURAÇÃO DO QUARTEL DO 2º REGIMENTO DE CAVALARIA DA BRIGADA MILITAR

“… A 15 de outubro, foi inaugurado em Santana do Livramento o quartel do 2º Regimento de Cavalaria.

Esta unidade, creada em 1913, ocupava desde então uma chacara, adquirida pelo Estado, nas imediações da cidade localizando-se a administração em uma velha casinha e os esquadrões e demais repartições em galpões de madeira, de acomodações precarias.

O quartel, inaugurado naquela data, teve sua construção iniciada pouco depois da organização do regimento, mas os trabalhos decorreram morosamente, algumas vezes interrompidos por largos espaços de tempo, devido à falta de verba…

Para o efetivo do regimento, então de pouco mais de 300 homens, com regular numero destacado, tinha o quartel acomodações suficientes; hoje, porem, torna-se acanhado, não obstante modificações que lhe tem sido introduzidas, pelos operosos e dedicados comandantes que tem tido e custeadas pelas respectivas economias.

A solenidade de inauguração, a que se seguiram outras festividades, foi assistida pelo Comandante Geral, por autoridades federais, estaduais e municipais brasileiras e, tambem por autoridades uruguaias da visinha cidade de Rivera, especialmente convidadas, sendo lavrada a seguinte ata:

Aos quinze dias do mês de outubro do ano de mil novecentos e vinte e um, na cidade de Santana do Livramento, presentes os senhores coronel Afonso Emilio Massot, Comandante Geral da Brigada Militar, tenente coronel Juvencio Maximiliano de Lemos, intendente municipal, doutor João Pinto Martins de Oliveira, Juiz da comarca, tenente coronel José Ricardo de Abreu Salgado, comandante do setimo regimento de cavalaria do Exercito Nacional, D. Miguel Gil chefe de policia de Rivera, major Clemente Pereyra, do Exercito Uruguaio, oficial primeiro da Chefatura de Policia de Rivera, oficiais do sétimo regimento de cavalaria do Exercito Nacional, autoridades federais, estaduais e municipais e mais o senhor tenente coronel Augusto Januario Corrêa, comandante do segundo regimento de cavalaria, e respectiva oficialidade; o senhor coronel Comandante Geral declarou que, comemorando o vigessimo nono aniversario da creação da Brigada Militar, que hoje se passa, ia colocar no novo quartel construido para este regimento, uma placa assinalando a época da conclusão das obras, convidando para faze-lo os senhores tenente coronel Juvencio Maximiliano de Lemos intendente municipal, doutor João Pinto Martins de Oliveira, juiz de comarca, tenente coronel José Ricardo de Abreu Salgado, comandante do Sétimo Regimento de Cavalaria, e D. Miguel Gil chefe de policia de Rivera; em seguida estas autoridades deram as primeiras batidas na placa que foi colocada à direita do saguão de entrada do quartel, vendo-se nela gravados os seguintes dizeres: — “Brigada Militar. Quartel do 2º Regimento de Cavalaria — concluido em outubro de 1921”, tendo ao centro as armas do Estado. Novamente usou da palavra o senhor coronel Comandante Geral que se congratulou com o senhor intendente municipal, tenente coronel Juvencio Maximiliano de Lemos, pelo melhoramento que recebia o prospero municipio de Livramento, com a obra mandada executar pelo benemerito governo do Estado e, finalmente, agradeceu a sua honrosa presença e das demais autoridades e pessoas que se dignaram comparecer ao ato. E, nada mais havendo a tratar, mandou o senhor coronel Comandante Geral lavrar esta ata, que vai assinada pelos presentes, e por mim Agenor Barcelos Feio, ajudante de ordens, que a escrevi. Coronel Afonso Emilio Massot, Juvencio Maximiliano de Lemos, João Pinto Martins de Oliveira, juiz de comarca. Tenente coronel José Ricardo de Abreu Salgado, Miguel Gil, Clemente Pereira, Adolfo Rodrigues de Mesquita, major do 7º R.C.I., João Manoel de Campos e Souza, Luiz Carlos de Morais, capitão do 7º R.C.I., Daciano Gomes Dias, Artur Lara Ulrich, Hugolino C. de Andrade Farias, Bento Maciel, Moisés Pereira Viana, Silvino Pilar, Dr. Otacilio Guterres, D. E. R. Lemos, Arlindo Costa. Dr. Adalgiso Ferreira de Sousa, Miguel da Cunha Sobrinho, Horacio da Cunha Vargas, Dr. Amadeu Amancio de Lemos, Dr. Angelo Pinheiro Machado, Miguel Jeronimo Caceres, Arnaldo Barão da Silva, Capitão Severino Guimarães, Delegado de Policia, Marçal de Campos e Souza, Manoel Pedroso de Almeida, J. B. Barreto Leite, Tupi da Cunha, Francisco Rodrigues, João C. Paiva, Gomez Cabello, Dr A. Pavão Martins, Luiz Mar Russo, G. Paulo Felizardo, Juan Bellime, Dr. Gabriel Pastor, Alceu Wamosi, Guilherme Dias Filho, Ricardo Etchapare, Antenor Fernandes, Galileo Queiroz, Tenente Coronel Augusto Januario Corrêa, Major Davi José do Amaral, Capitão Sebastião de Barros Sobrinho, Capitão Artur Gomes Mariante, Capitão Mirandolino Machado, Capitão Laudelino da Silva, Alferes João Orça Rolim, Capitão Anibal Garcia Barão, Alferes Aldo Ladeira Ribeiro, Alferes João Francisco Gonçalves, Alferes Angelo Mélo, José Belem, Alferes Agenor Barcelos Feio.”

Embora inaugurado a 15 de outubro, o Regimento só poude ocupar o quartel em fins de março do ano seguinte, após o recebimento das obras pela Secretaria das Obras Publicas e respectivo exame, pelos técnicos da mesma repartição.

Fonte: Esboço Histórico da Brigada Militar – Volume II (Agosto de 1918 a Setembro de 1930), Organizado pelo Coronel Aldo Ladeira Ribeiro – Editado em 1953, páginas 19 a 21.

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Criação do 2º Regimento de Cavalaria, em Santana do Livramento.

A JUSTIFICATIVA PARA A CRIAÇÃO DO 2º REGIMENTO DE CAVALARIA

(Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume I, páginas 432 e 433)

” … O acréscimo exuberante da população, amplo engrandecimento do trabalho, gerando todos os dias a criação de novos estabelecimentos, de sociedades e companhias comerciais, sob moldes mais modernos, liberais e adiantados; a pecuária inteligente, experimentando as raças e processos de cruzamento mais remuneradores e adaptáveis às diversas regiões do Rio Grande, cada uma com as suas pastagens especiais; o ressurgimento intensificado da agricultura, semeando o trigo que era outrora a fartura dos nossos avós, e enchendo as várzeas de arrozais imensos, auxiliada pelos maquinismos que, rápidos, esboroam, preparam e revolvem profundamente a terra, e lhe fazem ostentar, orgulhosa e linda, na superfície, e áurea, alegre e abundante seara; as indústrias rendosas, produzindo com a matéria prima nacional, os variados e excelentes tecidos, calçados ótimos e baratos e outros mil artefatos preciosos; o solo carbonífero, permitindo arrancar de suas entranhas pejadas de riquezas o ouro negro do combustível, que constitui a mais segura garantia de prosperidade material dos povos – tudo isso e o mais que omitimos, por não comportar este livro longas distrações para outros assuntos – exige da administração pública vigilância e cuidados incessantes, a que a ordem jamais se altere e venha prejudicar o nosso surto econômico tão promissor.

A nossa população que hoje se poderá estimar em perto de dois milhões, espalhados por todo o Estado, impõe ao governo a medida paralela e correspondente de ir gradualmente elevando o número da força pública, que se não poderia conservar com o mesmo efetivo da
organização, em 15 de outubro de 1892.

A fronteira é vasta e propicia aos crimes rurais, contando os delinquentes com asilo tranquilo e seguro nas republicas vizinhas.

Do que vimos dizendo, decorreu a organização do 2º Regimento de Cavalaria, em Santana do Livramento, onde se acha aquartelado, e de cujo lugar pode atender com presteza e eficácia ao policiamento da fronteira, aberta e estimuladora dos crimes.

Em geral, as guardas municipais são insuficientes pelo número, instrução e disciplina, para que atuem ultimamente, como lhes cumpre, na prevenção dos delitos. … ”

 

Publicamos, a seguir, as ordens do dia que dão conta da criação e organização do 2º  Regimento.

“Quartel do Comando Geral da Brigada Militar em Porto Alegre, 10 de fevereiro de 1913.

ORDEM DO DIA Nº 359
Para conhecimento e devida execução, publico o seguinte:

SEGUNDO REGIMENTO DE CAVALARIA

Por oficio nº 84 do corrente, comunicou a Secretaria do Interior, que, à vista da proposta deste Comando, foi por Decreto Nº 1.931[1], da mesma data, criado um Regimento de Cavalaria, do serviço ativo desta força, com a denominação de Segundo e a organização do Primeiro.

A ORGANIZAÇÃO DO SEGUNDO REGIMENTO

POSTO/GRADUAÇÃO

QUANTIDADE

Tenente-Coronel 01
Major 01
Major 01
Capitão Médico 01
Alferes 01
Alferes 01
Capitão 04
Tenente 04
Alferes 10
Sargento-Ajudante 01
Sargento Quartel-Mestre 01
Mestre de Música 01
Clarim-mór 01
Músicos de 1ª Classe 08
Músicos de 2ª Classe 08
Músicos de 3ª Classe 04
1º Sargentos 04
2º Sargentos 16
Furriéis 04
Cabos 32
Soldados 304
Clarins 09
Tambores 02
TOTAL 419

 

NOMEAÇÕES

Conforme comunicação da Secretaria do Interior, por oficio nº 400, de 7 do corrente, foram feitas, por titulo da mesma data, as seguintes nomeações para o 2º Regimento de Cavalaria que deve ser organizado em Santana do Livramento:

– Tenente-coronel Comandante, o major do 1º Batalhão de Infantaria Juvêcio Maximiliano Lemos;

Major Fiscal, o Capitão do 1º Regimento de Cavalaria, Francisco Rath;

Ajudante, o Capitão do 1º Batalhão de Infantaria, João Francisco Elgues;

Comandantes de Esquadrão:

– do 1º, o Capitão do 2º Batalhão de infantaria, Parmenio dos Santos Abreu;

–  do 2º, o Capitão do 1º Batalhão de Infantaria, Cassio Brum Pereira;

– do 3º, o Tenente do 1º Regimento de Cavalaria, Henrique José dos Santos;

– do 4º, o Tenente do 3º Batalhão de Infantaria, Olimpio Souto;

para tenentes:

–  o tenente do 3º Batalhão de Infantaria, Jaime Francisco Rasteiro;

– os alferes do mesmo batalhão, José Flores da Silva e João da Cruz;

– o alferes do 1º Regimento de Cavalaria, Inocencio José de Farias;

para os postos de alferes:

– os sargentos ajudantes Julio Soares da Fonseca, João Pinto Guimarães e Laudelino da Silva;

– os 1º sargentos Cassiano Vasques, Leoncio Alves da Costa Freire e amanuense Mario Silveira;

– os 2º Sargentos Francisco Rodrigues Ribeiro, João Delfino Maicá, Álvaro de Aguiar Rita e Secundino Paz de Oliveira.

– os sargentos quartéis-mestres Julio José Beckhausen, Jorge Pelegrino Castiglione e Cristalino Pedro Fagundes;

– os 1º Sargentos Alcides de Oliveira Credideu, Afonso Pereira da Rocha Filho e Diogenes Brasiliense Pinheiro;

– os 2º Sargentos Brito Francisco de Lima e Tito Ribeiro.

Comando do 1º Regimento de Cavalaria

É nomeado para exercer interinamente o comando do 1º Regimento de Cavalaria o major do 2º, da mesma arma, Francisco Rath. – Cipriano da Costa Ferreira, coronel.”

 

“Quartel do Comando Geral da Brigada Militar do Estado, em Porto Alegre, 22 de fevereiro de 1913.

ORDEM DO DIA Nº 368

Para conhecimento e devida execução publico o seguinte:

Organização do 2º Regimento de Cavalaria

(Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume I, páginas 434 e 435)

Conforme instruções deste comando, foi organizado em Santana do Livramento, a 21 do corrente, sob o comando do tenente-coronel Juvencio Maximiliano Lemos, o 2º Regimento de Cavalaria do serviço ativo desta Brigada, criado pelo Decreto nº 1.931, de 4 do corrente, o qual aquartelará naquela cidade, até definitiva deliberação do governo.

Cipriano da Costa Ferreira, coronel.”

Fonte: Esboço Histórico da Brigada Militar – Volume I (Janeiro de 1890 a Julho de 1918), Organizado pelo Major Miguel Pereira, Editado em 1950, páginas 432 a 435 .

[1] Decreto nº 1.931, de 04 de fevereiro de 1913.