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Atual instalações da Academia de Polícia Militar

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Do Boletim da Brigada Militar, de 13 de março de 1916

A Federação, no dia 13 de março de 1916, segunda-feira, noticiava:

Do boletim de hoje, da Brigada Militar:

– Para o conselho militar a que tem de responder, por crime de deserção, o soldado do 1º Regimento de Cavallaria Fulano de Tal**, são nomeados: presidente, o tenente-coronel Francelino Rodrigues Cordeiro; interrogante o capitão João da Cruz; auditor, o capitão dr. José Gomes Ferreira; juízes os tenentes Americo Monteiro Da Costa e alferes Luiz Gonçalves de Lima.

– O capitão director da Linha de Tiro remetteu á secretaria do commando geral o mappa do exercicio de tiro realizado no dia 8 do corrente, pelo pessoal da Secção de Amanuenses e do Grupo de Metralhadoras.

Neste exercício, o pessoal da Secção de Amanuenses deu 65 tiros, acertou 32, com 49,23% e o do Grupo de Metralhadoras deu 270 tiros, acertou 113 3 obteve 42,96% de impactos.

– Os exames práticos começam a 15 do corrente para os inferiores e a 20 pata os officiaes.

A comissão examinadora fica constituída do tenente-coronel comandante geral interino, tenente-coronel Aristides da Camara e Sá, major Gregorio Portuguez e tenentes instructores Jayme da Costa Pereira e João de Deus Canabarro Cunha e a dos officiaes, do tenente-coronel comandante geral, tenentes-coronéis Fracellino Cordeiro e Claudino Nunes Pereira e tenentes instructores Anatolio Baeckel e Emilio Lucio Esteves.

– Em officio n.44, de 11 do corrente, o capitão Mirandolino Machado comunicou que fez entrega, a 10, também do corrente, da direção da Linha de Tiro, Deposito de Recrutas e Picadeiro, ao capitão José Rodrigues Sobral e, este, em officio n. 1, daquela data, participou ter assumido aquelle cargo, encontrando certa e em boa ordem a carga respectiva.

– O capitão directos da Linha de Tiro remeteu á secretaria do commando geral o mappa do exercício de tiro realizado no dia 8 do corrente, pelo pessoal do Deposito de Recrutas.

Neste exercício foram dados 90 tiros, acertando 51, com 56,66% de impactos.

– O cirurgião dentista da Brigada, antes de terminar o 1º período do programma de instrucção, fará nos corpos, prelecções versando sobre “Hygiene da Bocca”, de acordo com o programma de instrucção em vigor.

Fonte: A Federação, Anno XXXIII, Edição 060, de 13/03/1916, segunda-feira, pág. 5 * Mantida a grafia da época

**Nome omitido

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Liberdade de Soldado condenado pelo crime de deserção.

A Federação, no dia 24 de janeiro de 1917, quarta-feira, noticiava:

Em liberdade – Tendo concluido a pena de 15 mezes de prisão, a que foi condemnado pelo Conselho Militar da Brigada Militar a que respondeu, por crime de deserção, em reincidencia, foi posto em liberdade o soldado do 2º Batalhão de Infantaria daquella milicia estadual, addido ao Grupo de Metralhadoras, Fulano de Tal**.

*Mantida a grafia da época.

**Omitido o nome.

Fonte: Jornal A Federação, Ano XXXIV, edição 021, de 24/01/1917, quarta-feira, página 5

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Conselho Militar, para julgar soldado pelo crime de deserção.

A Federação, no dia 17 de janeiro de 1917, quarta-feira, noticiava:

Conselho militar – Para substituirem o major Gregorio Portuguez e tenente Jayme José Machado, que se acham com licença para tratamento de saúde, no conselho militar a que responde, por crime de deserção, o soldado do 1º Batalhão de Infantaria, Fulano de Tal**, foram nomeados pelo comando geral da Brigada Militar os major Augusto Januario Correa e tenente Pio Barcellos do Nascimento.

Este conselho reunir-se-á, amanhã, ás 13 horas.

*Mantida a grafia da época.

Fonte: Jornal A Federação, Ano XXXIV, edição 015, de 17/01/1917, quarta-feira, página 4

**Omitido o nome.

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Pena imposta a Soldado do 3º Batalhão de Infantaria, pelo crime de deserção.

A Federação, no dia 11 de janeiro de 1917, quinta-feira, noticiava:

Pena imposta — O comando geral da Brigada Militar mandou addir ao Grupo do Metralhadoras, para o abono de etapa, e a fim de cumprir a pena do 8 ½ mezes de prisão a que foi condemnado pelo conselho militar a que respondeu, por crime de deserção, o soldado do 3º Batalhão de Infantaria, Fulano de Tal**.

*Mantida a grafia da época.

Fonte: Jornal A Federação, Ano XXXIV, edição 010, de 11/01/1917, quinta-feira, página 3

** Nome omitido

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Crime de Deserção – Nomeação de Conselho Militar.

A Federação, no dia 04 de janeiro de 1917, quinta-feira, noticiava:

Conselhos Militares — Para o Conselho Militar a que responderá, por crime de deserção, o soldado do 1º Regimento de Cavallaria da Brigada Militar, Fulano de Tal**, foram nomeados: presidente, o tenente-coronel Aristides da Câmara e Sá; interrogante, o capitão Pedro Vaz Ferreira Filho; auditor, o capitão dr. José Gomes Ferreira; juizes, os tenente José Freire de Oliveira e Souza e alferes Eugenio Henrique Krum; e para o que responderá, pelo mesmo crime, o dito do 2º Batalhão do Infantaria, Beltrano de Tal***, foram nomeados: presidente, o major  Amadeu Massot; interrogante, o capitão Domingos Marchand; auditor, o capitão dr. José Gomes Ferreira; juizes, os tenentes Pio Barcellos do Nascimento e alferes Luiz Gonçalves de Lima.

*Mantida a grafia da época.

Fonte: Jornal A Federação, Ano XXXIV, edição 004, de 04/01/1917, quinta-feira, página 4

** Nome omitido

A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Liberdade de desertor por conclusão de pena.

A Federação, no dia 04 de janeiro de 1917, quinta-feira, noticiava:

Em liberdade — Tendo concluído a pena de 8 mezes de prisão a que foi condemnado pelo conselho militar a que respondeu, por crime de deserção, foi posto em liberdade o soldado do 2º Regimento de Cavallaria, addido ao Grupo de Metralhadoras, Fulano de Tal**, que deve ser excluído do estado effectivo da Brigada Militar e do corpo a que pertence, com baixa do serviço por não convir sua permanência nas fileiras dessa força.

*Mantida a grafia da época.

Fonte: Jornal A Federação, Ano XXXIV, edição 004, de 04/01/1917, quinta-feira, página 4

** Nome omitido