A BRIGADA, HÁ UM SÉCULO … – Curso de Enfermeiros e Padioleiros, em 1918.

O Correio do Povo, no dia 22 de setembro de 1918, domingo, noticiava:

O curso de enfermeiros da Brigada

O general Thaumaturgo de Azevedo, presidente da Cruz Vermelha Brasileira, em officio que dirigiu ao coronel Affonso Emilio Massot, comandante geral da Brigada Militar, felicita-o pela creação do curso de enfermeiros e padioleiros e pelos resultados que já se vem apreciando do ensino respectivo, pediu a remessa do regulamento e instrucções do mesmo curso visto ser a Brigada, presentemente a corporação que tem esse serviço organizado.

Além dessa regulamentação solicitou também a formula dos certificados que recebem os enfermeiros que completam o curso e do juramento que prestam; desenho ou descripção dos distinctivos que usam que usam; modelo de padiolas e outros utensílios de transporte de feridos.

O coronel Massot está providenciando no sentido de ser, com a máxima brevidade, atendido o desejo do general Thaumaturgo.

A Brigada Militar formava enfermeiros e padioleiros em seu hospital

*Mantida a grafia da época

Fonte: Correio do Povo – Coluna “HÁ UM SÉCULO NO CORREIO DO POVO”

O DIA 06 DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DA BRIGADA MILITAR – Combate do Capão das Laranjeiras, em 1894.

Há 124 anos, no decorrer da “Revolução Federalista de 1893” no dia 06 de setembro de 1894, aconteceu o Combate do Capão das Laranjeiras, onde foi morto o Comandante do 1º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar, Coronel Fabrício Batista de Oliveira Pilar.

Mais detalhes sobre este episódio da história da BM podem ser vistos no Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume I  (páginas 288 a 291), disponível para acesso gratuito neste site.

A Comissão Editorial da Brigada Militar, por ocasião do transcurso do Sesquicentenário da Brigada Militar, editou o livro “Memórias da Revolução de 1893“, organizado pelo Coronel Hélio Moro Mariante, a partir de dois volumes manuscritos  pelo Tenente-Coronel Fabricio Batista de Oliveira Pilar.

No dizer de Hélio Moro Mariante: ” … a descrição pormenorizada do dia-a-dia de uma unidade militar de intensa atuação no contexto bélico da Revolução de 1893 ” …

 

Monumento existente no “Capão das Laranjeiras”

 

 

 

 

 

 

 

 

O Jornal Correio Brigadiano editado em 12/08/2016, registra:

  • 2 cavalgadas do 1º Regimento de Cavalaria até o Capão das Laranjeiras, em homenagem ao Tenente-Coronel Pilar, em 2002 e em 2013;
  • 1 cavalgada de tradicionalistas, do Capão das Laranjeiras até o quartel do 1º RPMon, em 2014.

 

 

 

 

O DIA 04 DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DA BRIGADA MILITAR – Combate de Santo Anastácio, Estado de São Paulo, em 1924.

Em 05 de julho de 1924, eclodiu um movimento revolucionário, em São Paulo.

O Governador do Estado do Rio Grande do Sul, “… ofereceu ao governo federal o concurso da Força Pública do Rio Grande, para auxiliá-lo na manutenção da ordem.”

Foi constituído um Grupo de Batalhões de Caçadores (GBC), comandado pelo Tenente-Coronel Emilio Lúcio Esteves, composto do 1º Batalhão de Caçadores (1º BC), comandado pelo Tenente-Coronel João de Deus Canabarro Cunha, do 2º Batalhão de Caçadores (2º BC), comandado pelo Tenente-Coronel Artur Otaviano Travassos Alves e de uma Companhia de Metralhadoras Pesadas (Cia Mtr P), comandada pelo Capitão Alzimiro Francisco Wellausen, totalizando 1.170 brigadianos.

No dia 13 de julho, o GBC, com 1.106 brigadianos, partiu à bordo do vapor Itaúba, para o porto de Rio Grande onde fez transbordo para o navio Poconé, chegando ao Rio de Janeiro em 19 de julho.

Suprido de material bélico, na noite de 21 de julho, o GBC partiu, por via férrea, para o Estado de São Paulo, onde passou a atuar, subordinado ao Comando da 2ª Região Militar.

No dia 23 de julho, começou a participar dos combates, na cidade de São Paulo, que resultaram na fuga dos rebelados para o interior do Estado.

No dia 04 de setembro de 1924, há 94 anos, às 16 horas, a vanguarda do 2º BC manteve contato com as forças rebeladas , na localidade de Santo Anastácio, onde travou-se renhido combate, que terminou às 21:30 horas.

Mais detalhes sobre este episódio da história da BM podem ser vistos no Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume II  e no Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume III (página 567), ambos disponíveis para acesso gratuito neste site.

Também o livro A História de um Vanguardeiro, Silva, Antonio Silveira da. Editora Evangraf.2007, uma Biografia do Coronel Mirandolino Machado, que participou do combate, traz muitas informações.

Em um cemitério, na cidade de Santo Anastácio, onde, na época, foram sepultados os brigadianos  mortos  no combate, há uma homenagem prestada pela comunidade e pelos Comandantes.

 

 

 

 

O DIA 1º DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DA BRIGADA MILITAR – Inauguração do Estádio General Cipriano, em 1940.

No dia 1º de setembro de 1940, há 78 anos, foi inaugurado o Estádio General Cipriano.

“… Deveriam realizar-se, a 25 de agosto, na Chácara das Bananeiras, várias solenidades comemorativas ao Dia do Soldado. O mau tempo reinante naquele dia, determinou fossem transferidas para 1º de setembro.

Dentre as festividades, destacou-se a inauguração do Estádio General Cipriano Ferreira, …”[1]

[1] Esboço Histórico da Brigada Militar, Cel Aldo Ladeira Ribeiro, Vol III, página 430

Mais detalhes sobre este episódio da história da BM podem ser vistos no Álbum do Cincoentenário, com imagens da época (páginas 193 a 218) e no Esboço Histórico da Brigada Militar, Volume III (páginas 430 a 432), ambos disponíveis para acesso gratuito neste site.